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Shorts, sabendo usar…

abril 5th, 2012

short de renda Le Lis Blanc

short de renda Le Lis Blanc

Os shorts são peças que estão muito na moda, vêm sendo usados em ocasiões as mais variadas, garantindo conforto e estilo e dando um ar jovem e descontraído. O sucesso dos shorts tem sido muito grande e muitos estilos foram surgindo, inclusive alguns mais “sociais”, que passam uma impressão de classe e elegância, mas não deixam de trazer conforto e jovialidade.

Você pode usar e abusar dos shorts, mas saber como fazer isso adequadamente é importante, especialmente quando o vestir tem a ver com eventos ligados ao seu trabalho.

Lembre-se que qualquer roupa muito apertada vulgariza sua imagem e provoca impressões erradas a seu respeito. Os shorts são submetidos a essa mesma regra, seja qual for o ambiente no qual você estiver. Os modelos mais larguinhos e mais compridos podem ser usados em muitos lugares, mesmo que não sejam bem vindos em ambientes de trabalho mais formais. Se você trabalha numa empresa mais conservadora, em São Paulo, por exemplo, onde os executivos trabalham de terno e gravata, mesmo no casual day os shorts não são bem vistos.

Você deve tomar cuidado também com o comprimento dos shorts de passeio. Se eles forem muito curtos só servem para a praia ou o clube. Se a bainha for muito desfiada, podem ser usados para passear no shopping no domingo, mas não são adequados para um almoço num lugar mais formal ou para um jantar, mesmo entre amigas.

Para um ambiente de trabalho os shorts modelo alfaiataria masculina são os mais indicados, um palmo de comprimento acima do joelho. É uma maneira bem adequada de transformar o short em uma bermuda curta, porém bem comportada, ideal para um local de trabalho mais informal. Uma bermuda, além de um tanto formal, é mais indicada se você estiver acima do peso ou se suas pernas forem grossas.

Você pode sofisticar o estilo usando com blazer ou casaco mais compridos. Invista também nos sapatos, se quiser um efeito mais sóbrio. Nada de rasteirinhas, elas só servem para o fim de semana, use uma sapatilha bonita ou uma sandália esportiva de salto alto. Também é bem elegante usar com um sapato oxford mas, para trabalhar, eu prefiro os menos pesados.

Já para a noite invista nos shorts de tecido mais fino ou mesmo com paetês, que podem ser usados perfeitamente em festas ou ocasiões mais sofisticadas, sem esquecer-se de caprichar nos acessórios e sapatos. Sandálias de salto alto são ótima companhia para esses shorts.

O short com paetê pode ser usado desde com uma simples regatinha até um sofisticado maxi-paletó. Outra opção para noite são os shorts de renda no melhor estilo boudoir chique, perfeitos para serem usados com camiseta e escarpins. De um jeito ou de outro, não deixe de seguir a recomendação de não exagerar tanto no comprimento quanto na justeza, afinal você não quer ser classificada como “periguete”, certo?

Para a nova estação, as revistas de moda trazem muitas novidades nos shorts em jeans ou em tecidos mais molinhos e formais. Os comprimentos são variados, as modelagens são mais soltas e leves e as peças com cintura alta também devem voltar, modelando o corpo sem deixar vulgar.

Modelos desgastados, com a barra dobrada e em tonalidades claras ganharão destaque, assim como o jeans lavado e certinho, mas esses devem passar longe do trabalho, a menos que você esteja numa empresa ultra informal. Vi alguns de novos materiais, com conceitos mais ecológicos, que trazem o couro vegetal, por exemplo, coisa que achei formidável, moderna e charmosa.

Então, escolha os modelos que mais se adequam ao seu corpo e ao seu momento e saia por aí descontraída e com cara de verão, sem perder o charme e a elegência.

Por Maria do Carmo Marini
executivas & chiques

“Amar tá difícil…”

fevereiro 26th, 2012

Amar e ser amado: mais difícil que ganhar na loteria!

Amar e ser amado: mais difícil que ganhar na loteria!

Quem nunca se deparou com tal afirmação? Seja nas redes sociais, ou numa roda de amigos, sempre tem alguém reclamando que está difícil amar hoje em dia.

Mas, eu, do contra que sou, atrevo-me aqui a discordar dessa frase, que às vezes soa quase como uma verdade absoluta.

Não, amigos. Amar não está difícil. O que está difícil, e muito, é ser amado. Digo mais: fazer por merecer ser amado!

E justifico: nós estamos ficando mais egoístas, dia após dia. Vivemos em uma época em que o “eu” é sempre mais importante que o “nós”. Em que as “minhas” vontades se sobrepõem às dos outros. Em que todos querem receber amor… mas, será que todos querem dar amor?

Porque, por mais que pareça fácil, fazer-se amado é difícil. Ninguém vai te amar eternamente só pelos seus belos olhos — é sério! Para construir e manter uma relação de amor, é preciso ter muita disposição! Sim, disposição. Para enfrentar obstáculos; para aprender a relevar defeitos; para dedicar-se; para dar carinho, atenção; para aprender a ceder. Para, muitas vezes, colocar a felicidade do outro acima da sua própria. Você está disposto a isso? Porque isso é amar. E é condição indispensável para ser amado, também.

Então, para aqueles que ainda acreditam nas histórias de príncipes encantados, nas quais o amor à primeira vista torna-se eterno simplesmente numa troca de olhares, lamento informar: amar e ser amado é uma das coisas mais difíceis da vida. Antes de reclamar por não ter um amor, faça-se a seguinte pergunta: você está disposto a receber e fazer por merecer esse amor?

Por Mayara Godoy
Blog Diário de Casal

Você quer brincar de…?

janeiro 9th, 2012

Amarílis fumava recostada no sofá, as pernas compridas cruzadas, o V entreaberto. Se estava tímida ou teve medo que o marido caísse na risada, foi como se não.

Pernas cruzadasCarlos e Amarílis estavam casados fazia três anos. Parceria, cumplicidade, a vida andando bem. Tão, que os dois estavam sempre grudados. Íntimos, amigos, devassados do bom que era estar junto. Falavam sobre tudo menos sobre esse perto que, por excessivo, foi lentamente desbotando o vermelho até deixá-lo cor-de-rosa.

Uma tarde Amarílis levou uma cantada na rua.
Vulgarzinha, inofensiva, nada demais, você tem uma bunda de lamber feito sorvete. Ela embraveceu, o cara acelerou a moto, ela esqueceu a braveza e sorriu. Sem mais nem menos, de repente, molhada.

Amarílis quase sentiu culpa, mas ao invés chegou em casa naquele fim de tarde e subverteu a rotina. Não preparou jantar, não ligou para o marido, não lembrou de molhar as folhagens. Tomou um banho demorado, Otis Redding ao invés da TV, as mãos como se descobrissem o corpo pela primeira vez.

Depois aquela saia curta fechada há três anos na gaveta, meias de seda, salto, a blusa decotada que ela adorava e ele odiava porque os seios ficavam assim salientes, apertados, súbitos naquele V.

E só, mais a maquiagem de puta.
Quando Carlos chegou não havia jantar e Otis Redding ainda cantava na penumbra da sala. Amarílis fumava recostada no sofá, as pernas compridas cruzadas, o V entreaberto. Se estava tímida ou teve medo que o marido caísse na risada, foi como se não.

Carlos quase disse qualquer coisa cotidiana quando a mulher falou olá. Mas ela estava estranha e ele respondeu um olá baixinho, de garganta seca. Ela o olhou inocente como aquela vampira adolescente de True Blood – a Jessica – ao contemplar o primeiro pescoço.

– Você quer brincar? – perguntou.

Por Marco Antonio Beck
Eu & Nós

Ah, o amor…

dezembro 10th, 2011

Casal-amorDesde que nascemos, somos ensinados que o amor é lindo, sublime, sensacional, suporta tudo e blá blá blá. Para nós, mulheres, a fantasia vai além: crescemos assistindo a filmes de princesas, nos quais elas encontram o príncipe encantado e são felizes para sempre.

Mas, na prática, a coisa não é assim, tão poética.
Lamento dizer, mas não existe amor incondicional (exceto o amor de mãe, é claro), nem mesmo eterno, se não for muito bem nutrido, diariamente.
Em outras palavras, significa dizer que temos, sempre, de cuidar do nosso amor, se quisermos que ele permaneça vivo até que a morte nos separe.

O amor, portanto, nada mais é que um conjunto de várias outras coisas. Compreensão, amizade, respeito, admiração, companheirismo, altruísmo, dedicação e mais uma imensa lista de substantivos abstratos, que, na prática, fazem toda a diferença.
Amor, meus caros, é o que faz com que ele suporte a TPM dela todo santo mês. É o que faz com que ela recolha, diariamente, os tênis dele da sala, sem ficar resmungando o tempo todo.

Amor é o que o faz compreender que ela precisa de mais sapatos, mesmo tendo os armários abarrotados. E é o que faz com que ela seja compreensiva quando ele não pode lhe dar atenção, porque precisa estudar.
Amor é o que faz com que ele tolere as crises de ciúme dela, e o que faz com que ela engula, por vezes, aquela amiga dele, da qual ela não vai com a cara.

Amor com amor se pagaPor amor, ela o libera de lavar a louça, mesmo sendo o dia dele. E também é por amor que ele aceita acompanhá-la a um show que detesta, só porque ela adora.
Amor é o que faz com que ela aceite que ele nunca vai aprender a abaixar a tampa do vaso. E é o que o faz aceitar mudar de lado na cama, só porque ela quer dormir no canto.

Amor é o que o encoraja a mudar todos os planos, só para vê-la bem. E é o que a faz derramar lágrimas só de pensar no quanto tem sorte por tê-lo ao seu lado.
O amor, portanto, não é fácil. Nem tudo são flores. É cheio de concessões e exceções.
Mas, no balanço de tudo, vale muito a pena. Talvez, seja a única coisa nesse mundo que valha a pena, no fim das contas.

Por: Mayara Godoy
Blog Diário de Casal

Dependência é uma escolha!

novembro 28th, 2011

“Depender é sempre uma escolha pessoal, ainda que involuntária. Nada nem ninguém pode obrigá-lo a depender, somente você pode fazê-lo.”

independenteEssa afirmação, do livro A Escola dos Deuses, de Stefano Elio D’Anna, é chocante num primeiro momento, não? Como isso pode ser uma escolha da gente? Desde a adolescência, vivemos apregoando aos quatro ventos que desejamos ser independentes, donos de nosso próprio nariz. Ou você nunca falou ou pensou em algo assim?

Pois é, aparentemente independência é uma necessidade. Na realidade, porém, é muito comum jogarmos a responsabilidade sobre nossos sucessos ou fracassos em outros. É difícil acreditar que a responsabilidade por nossa vida é inteiramente nossa. Tenho visto isso com uma regularidade impressionante, além de viver, eu mesma esse paradoxo constantemente.

Então, quando pergunto para alguém – ou até para mim mesma – por que uma coisa ou outra ainda não aconteceu – se é considerada importante -, as repostas se assemelham muito. Uma hora a culpa é da falta de dinheiro, outra hora é do filho que precisa de atenção, outra ainda é do chefe que não dá oportunidade, ou da parceira ou parceiro que não entende suas necessidades. É muito fácil dizer que um objetivo que é seu precisa de outros para ser atingido.

Pense comigo em objetivos que você se propôs e ainda não alcançou. Qualquer um, desde o mais simples até o mais complexo, o mecanismo é o mesmo. Pense em todos aqueles atores que aparentemente estão envolvidos. Para que eles façam o que é preciso para ajudá-lo a “chegar lá” é preciso que sejam mobilizados, que tenham seu interesse despertado. E quem é que precisa mobilizá-los? Obviamente que é você, mas nem sempre você tem percepção dessa realidade.

É normal jogarmos aos outros as responsabilidades sobre nossa vida. Em se tratando de fracassos, então, nem se fala, jogar a culpa no outro parece ser a única forma de diminuir a sensação de incompetência e falha. Mesmo nos sucessos, a modéstia e a falta de autovalorização muitas vezes nos faz “entregar” aos outros a autoria das ações.

Então, já que o fim do ano chegou e é a hora de pensar nas famosas resoluções de ano novo, que tal aproveitar e assumir definitivamente a reponsabilidade sobre as ações que teremos no período para atingir objetivos importantes, concretizar sonhos antigos, subir no pódio de campeão da própria vida? Pense nos pontos em que você quer chegar, nos envolvidos e nas atitudes que você tomará para chegar lá, mobilizando pessoas e recursos necessários, mas principalmente definindo que você não depende de ninguém a não ser de você mesmo. Vá ter sucesso e ser feliz! A hora é agora.

Por Maria do Carmo Marini
Executivas e Chiques

Reinventando o Sonho.

novembro 15th, 2011

ceuTrouxe o passado ao presente.
Frágil,
Sonhado,
Esperado.
Os sonhos instantes de outrora,
Fotografados na memória,
Desfeitos no agora,
Transmutou a história.
Recomeçar!!!
Procurar o rosto,
Conhecer o gosto,
Renovar o sentimento…
Esquecido,
Opaco,
Fantasiado.
Preencher a lacuna,
Ilustrar o agora,
Reerguer o afeto,
Interpretar a rasura,
Reinventar o mundo.
Ontem, se perdeu no tempo.
Hoje, se tornou diferente.

Amarilis Pazini Aires

Pequenos detalhes que fazem diferença no seu currículo.

novembro 3rd, 2011

EntrevistaProvavelmente você está satisfeito no lugar onde trabalha, certo de que a empresa também está feliz em tê-lo na posição em que está. Entretanto, nunca podemos ter certeza de que as coisas não vão mudar de uma hora para outra. Mesmo que no momento você não pense nisso, é bom estar preparado para o que der e vier. Longe de mim querer assustá-lo, mas a empresa pode sofrer mudanças na política interna, você pode sofrer algum desapontamento que o empurre para a porta de saída, enfim, de repente se vê na difícil situação de ter que sair para o mercado e buscar outro emprego. Portanto, seja cauteloso, mantenha seu currículo sempre atualizado, seus contatos à distância de um telefonema ou email e terá uma boa parte do caminho andado.

Tratando de currículo, ele não é apenas algumas páginas de informações sobre onde você estudou ou trabalhou, ele precisa mostrar quem você é e do quê é capaz. Ele tem que informar sobre o que você aprendeu não apenas nos cursos que fez, mas principalmente através de suas experiências de trabalho e de vida. Também tem que deixar clara a maneira com que você usou seu conhecimento para trazer benefícios para as empresas nas quais trabalhou.

Você precisa demonstrar que teve e pode ter sucesso ao enfrentar situações novas, deixando claras sua flexibilidade, sua criatividade e sua capacidade de enfrentamento de problemas. É claro que, na entrevista, você terá oportunidade de demonstrar mais efetivamente essas características, afinal, falando, gesticulando, sorrindo, interagindo tudo fica muito mais fácil. Mas, o que vai abrir a porta para sua entrevista é aquilo que você escrever no seu currículo, é o que vai provocar a curiosidade de um potencial contratante sobre a contribuição que você poderá trazer para a nova empresa. Vale a pena ter cuidado!

Esqueça cursos de qualificação que você fez visando somente melhorias momentâneas numa empresa, mesmo que isso tenha lhe trazido um ou outro ganho de salário ou posicão. Ressalte aqueles que contribuiram claramente para a evolução coerente da sua carreira, pois é importante que suas iniciativas de obtenção de mais conhecimento estejam dentro de uma lógica de evolução. Evolução profissional e pessoal, não se esqueça.

Se você fez cursos de pós-graduação, MBAs, mestrados ou doutorados, lembre-se que eles só vão ajudá-lo a conseguir uma posição melhor se forem parte de um conjunto que inclui, principalmente a habilidade de utilizar o conhecimento adquirido. As empresas esperam que você traga melhores resultados para elas com esses diferenciais de qualificação. Mostrar que você fez cursos extras, especialmente aqueles que demonstram sua capacidade em superar suas dificuldades de formação, é importante para um contratante, pois dá a certeza de que você vai enfrentar os desafios da nova posição com determinação e coragem.

Enfim, ao deixar seu currículo pronto para as surpresas que a vida lhe reserva pode ser a diferenca entre enfrentar o novo com maior segurança ou ficar tentando saber quem você realmente é.

Por Maria do Carmo Marini
Executivas & Chiques

O travado e a atirada!

outubro 29th, 2011

o-travado-e-a-atiradaA boa cabeça quer democracia entre os gêneros, mas o tesão não é democrático.

– Sou travado, tímido, não sei seduzir. Na hora de chegar, tenho vontade de sair correndo.
– Sou atirada pra me defender. Se for romântica, eu me fodo.

As duas frases, uma de um amigo e outra da amiga de uma amiga, resumem algo que você talvez já tenha percebido: os homens estão encolhidos, as mulheres estão tomando a iniciativa e uns e outras batem cabeça.
Nada contra a iniciativa feminina do ponto de vista dos tantos espaços públicos e privados que as mulheres têm conquistado nas últimas décadas. Muito pelo contrário. Viva elas!
Nenhum reparo também quanto aos homens enfiarem no saco a viola do velho machismo estilo aiatolá que não tolera crítica ou mudança. Abaixo a Idade Média!
Quando falo em bater cabeça, falo de tesão.
O negócio duro, a calcinha molhada.
Você é uma fêmea. O que te molha?

Um travado como o meu amigo da primeira frase, que não sabe nem o que fazer com as mãos, ou um arlequim com pegada, que te agarre de jeito e te submeta à tua vontade de ser submetida? Prestenção: não tou dizendo que gentileza não conta nem que pegada é sinônimo de grosseria. Falo de energia, de algo decidido pelo corpo e não pelo pensamento. (Procês verem, 97% das entrevistadas numa recente pesquisa sobre o comportamento sexual das brasileiras afirmaram que o que mais as excita é, abre aspas, uma boa pegada, fecha aspas).

Você é um macho. O que te faz ficar com o negócio duro?

A atirada da segunda frase, que deixa de ser quem é pra virar uma caricatura oferecida, ou uma mulher que te põe doidinho porque permite que você dê as cartas que ela escolheu? Outra vez falo de sensação, não de estratégia. Ela escolher as cartas não significa que você é um banana.
O problema (ou a solução) é que a resposta da cabeça não coincide com a do tesão.

A boa cabeça quer democracia entre os gêneros, mas o tesão não é democrático. O tesão delas é yin e se molha com machos pegadores, mesmo que cavalheiros. O tesão deles é yang e endurece com fêmeas que sabem deixar-se conquistar, ainda que eventualmente mordam.

Nestes tempos de homens encolhidos e mulheres tomando a iniciativa, uns e outras batem cocuruto porque o yin e o yang trocaram de lugar.

Na cama o politicamente correto corta o barato de ambos.

Não fosse assim meu amigo deixaria de fugir porque ela se atira e a amiga da minha amiga deixaria de se atirar porque ele foge.
Pergunto não pra sua cabeça, mas pro seu tesão: tou errado?

Por Marco Antonio Beck
Eu & Nós