Talvez pareça até redundante ou desnecessário tratar deste assunto aqui, mas acho um tema importante. Relacionamento nenhum se sustenta sem companheirismo. E, por companheirismo, não me refiro apenas ao hábito de o casal fazer tudo junto, tipo ir às compras, assistir aos programas preferidos na tevê, etc. Refiro-me a estar juntos incondicionalmente. Sabe aquela história de “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza”?. Então, não vale (ou não deveria valer) só para casamentos.
Quando duas pessoas resolvem assumir um compromisso, a meu ver, é porque querem estar juntas para o que der e vier. E aí, quando começam a aparecer os problemas é que o companheirismo é posto a prova. Mas um relacionamento de verdade tem de funcionar assim desde o começo: um apoiando o outro sempre que necessário, e comemorando juntos, também, cada uma das conquistas do outro. Vejo gente agir, nos relacionamentos, com extremo egoísmo, e não vejo como isso pode dar certo.
Eu e meu namorado, por exemplo, estamos juntos há quatro anos e meio. Neste tempo, já enfrentamos diversas situações difíceis, como perdas de emprego, acidente de carro, perdas familiares e, mais recentemente, a quase-morte do meu irmão em situações trágicas. Nesses momentos, nunca nos faltou companheirismo e apoio mútuo. E como fica mais fácil superar qualquer coisa quando a gente tem com quem contar!
Por isso que, na minha modesta visão, quem acha que qualquer probleminha que o outro tenha é desculpa para se afastar, é porque não ama de verdade. Ninguém tem uma vida plenamente perfeita, sem nenhum problema, sem percalços no caminho. Se você acha que já tem problemas demais para se preocupar com as dificuldades do outro, é melhor repensar seus conceitos e ficar um tempo sozinho até estar disposto a “se doar” por alguém.
Texto: Mayara Godoy
Blog Diário de Casal
A diminuição de estrogênio no período da menopausa leva à redução do colágeno que é a proteína responsável pela sustentação da pele. Esta redução é mais acentuada nos primeiros 5 anos pós-menopausa (perda de até 30% do colágeno da derme neste período). Nos anos seguintes, a perda é de cerca de 2% ao ano.
Talvez você nunca tenha escutado a frase: “amor vamos dar um tempo?”, ou talvez escutou apenas: “eu preciso de um tempo”, eu sempre tive um certo medo de um dia ter que ouvir essa frase conhecia o tal do “dar o tempo” por muitas vezes escutar as pessoas dizendo que isso não existia que era simplesmente um mito, então o tal tempo existe ou não?
Essa deveria ser exatamente a hora em que as pessoas deveriam querer que a pessoa que você se diz amar fique por perto, dizer que o problema não é conosco e sim com vocês não nos faz entender melhor essa situação, e não ameniza o sofrimento que tal atitude pode causar, mesmo isso sendo um namoro e não um casamento aquela frase clichê “Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, nos problemas e adversidades..”, deve servir também para um namoro, afinal volto a dizer ninguém me disse que seria um mar de rosas, a gente ama por completo com as qualidades e defeitos, ou pelo menos deveria ser assim na prática.
Estar só com sua mente
O lucrativo mercado de cartões, que contabiliza 592 milhões de unidades emitidas e cresce no Brasil cerca de 20% ao ano, passou por uma mudança importante. As credenciadoras Cielo e Redecard vão aceitar, nas mesmas máquinas, os concorrentes Visa e Mastercard, que representam 85% das operações com cartões no País.
Estou exagerando? Ainda ontem, de novo, na Praça da Alfândega, um senhor, que cheguei a confundir com Paulo Brossard, me atacou e falou assim: “Minha mãe te adora”. Voltei para casa entusiasmado. Chico Buarque debochou no passado dos ditadores: “Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta”. Eu posso dizer a qualquer um desses jovens ditadores de moda: “Você não gosta de mim, mas sua avó gosta”. Tanto é assim que recebi esta carta de dona Faustina Severo, de Porto Alegre: “Querido Ju: tu és a alegria destes meus dias de alta maturidade. Ah, se eu tivesse dez anos a menos, ou se a sociedade não fosse tão preconceituosa! Poderíamos viver um lindo grande amor”.
Olha, sinceramente, quando eu pensei em fazer um texto assim eu não imaginava o quão difícil é falar sobre esse assunto! Não só porque é um assunto polêmico, e muitas pessoas tratam isso como um tabu… mas a diversidade de comentários sobre tal coisa é muito divergente de pessoa para pessoa.
A sexualidade coloca que a disfunção sexual predominante nas mulheres é a disfunção orgástica ou bloqueios do orgasmo. Observamos uma predominância da disfunção do desejo, principalmente em mulheres maduras. As queixas sexuais em mulheres acima de 40 anos, são: 57,6% apresentavam desejo sexual hipoativo ou inibido, 21,1% dificuldade de orgasmo, 9,1% disfunção de excitação (problemas de lubrificação ou de sensação de prazer) e outros distúrbios (12,1%).