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Companheirismo: Não existe relacionamento sem ele!

agosto 31st, 2010

Casal CompanheiroTalvez pareça até redundante ou desnecessário tratar deste assunto aqui, mas acho um tema importante. Relacionamento nenhum se sustenta sem companheirismo. E, por companheirismo, não me refiro apenas ao hábito de o casal fazer tudo junto, tipo ir às compras, assistir aos programas preferidos na tevê, etc. Refiro-me a estar juntos incondicionalmente. Sabe aquela história de “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza”?. Então, não vale (ou não deveria valer) só para casamentos.
Quando duas pessoas resolvem assumir um compromisso, a meu ver, é porque querem estar juntas para o que der e vier. E aí, quando começam a aparecer os problemas é que o companheirismo é posto a prova. Mas um relacionamento de verdade tem de funcionar assim desde o começo: um apoiando o outro sempre que necessário, e comemorando juntos, também, cada uma das conquistas do outro. Vejo gente agir, nos relacionamentos, com extremo egoísmo, e não vejo como isso pode dar certo.

Eu e meu namorado, por exemplo, estamos juntos há quatro anos e meio. Neste tempo, já enfrentamos diversas situações difíceis, como perdas de emprego, acidente de carro, perdas familiares e, mais recentemente, a quase-morte do meu irmão em situações trágicas. Nesses momentos, nunca nos faltou companheirismo e apoio mútuo. E como fica mais fácil superar qualquer coisa quando a gente tem com quem contar!

Por isso que, na minha modesta visão, quem acha que qualquer probleminha que o outro tenha é desculpa para se afastar, é porque não ama de verdade. Ninguém tem uma vida plenamente perfeita, sem nenhum problema, sem percalços no caminho. Se você acha que já tem problemas demais para se preocupar com as dificuldades do outro, é melhor repensar seus conceitos e ficar um tempo sozinho até estar disposto a “se doar” por alguém.
Texto: Mayara Godoy
Blog Diário de Casal

Como fica a pele da mulher na Menopausa

agosto 25th, 2010

Mulher peleA diminuição de estrogênio no período da menopausa leva à redução do colágeno que é a proteína responsável pela sustentação da pele. Esta redução é mais acentuada nos primeiros 5 anos pós-menopausa (perda de até 30% do colágeno da derme neste período). Nos anos seguintes, a perda é de cerca de 2% ao ano.

Percebemos a pele mais fina, com menos elasticidade e viço. A secreção das glândulas sebáceas também diminui neste período, levando ao ressecamento da pele. Com a alteração hormonal, percebemos cabelos mais finos, secos e quebradiços. Algumas mulheres relatam queda de cabelo.
As unhas ficam quebradiças e crescem menos. O surgimento de pelos mais grossos principalmente na face ocorre pelo maior estímulo andrógeno neste período.

Existem algumas ações do dia a dia como: usar filtro solar, evitar banhos muito quentes, não usar bucha, usar cremes hidratantes regularmente e sabonetes neutros. Manter hábitos saudáveis como não fumar, evitar excesso de exposição ao sol e alimentação adequada.

Após avaliação do dermatologista, podemos melhorar o aspecto da pele com uso de ácidos, além de peelings e alguns tipos de laser que estimulam o colágeno.
As rugas e sulcos podem ser amenizados com preenchimento de ácido hialurônico e toxina botulínica (Botox).
O estrogênio utilizado na Terapia Hormonal ajuda a manter a concentração de colágeno na pele sendo fundamental o acompanhamento do Ginecologista.

Texto: Drª Sandra Nahal – Dermatologista
Blog Feminale Ginecologia

Esse tal “dar um tempo” no namoro existe?

agosto 19th, 2010

SepararTalvez você nunca tenha escutado a frase: “amor vamos dar um tempo?”, ou talvez escutou apenas: “eu preciso de um tempo”, eu sempre tive um certo medo de um dia ter que ouvir essa frase conhecia o tal do “dar o tempo” por muitas vezes escutar as pessoas dizendo que isso não existia que era simplesmente um mito, então o tal tempo existe ou não?

Mas primeiro gostaria de tentar definir o que seria esse “dar um tempo”, melhor o que seria esse “um tempo”, talvez seja o período onde uma das partes precise parar para pensar e repensar sobre algumas situações, podendo ser elas do relacionamento ou não; mas também tem que diga que seja a falta de coragem de terminar uma relação.

Mas eu gostaria de tentar entender como se constata que precisa de um tempo, você dorme e acorda e começa a pensar no porque de tudo que existe a sua volta, problemas desde com família até no trabalho ai a pessoa pensa: “vou pedir um tempo no namoro assim tudo se resolve”.

Como se esse tempo fosse solucionar todos os problemas, e o fato de você não conseguir solucionar eles é pq está namorando, mas deve haver outra explicação que eu espero chegar ao final desse post com ela.

Seria então um problema não externo e sim interno? É o namoro? Porque sabemos que no começo do namoro quase tudo é festa, a medida com que vamos, convivendo com a pessoa vamos descobrindo com meses ou talvez anos que além do sorriso lindo e do abraço aconchegante, que além das qualidades existem também algumas características que nos desagradam, e às vezes damos o nome a elas de defeitos, seria por esses defeitos então?

Será que ninguém leva em conta o que pensamos? Afinal eu sei que um relacionamento não é um mar de rosas, mas agora o simples fato da pessoa ter pedido um tempo já é um motivo para que eu me conversa que é necessário dar esse tempo, apos o seguinte dialogo:

Ele diz:
- Eu amo você, tudo que a gente tem passado junto é maravilhoso, mas preciso ficar sozinho?
Ela diz:
- Espera, então não é maravilhoso assim já que você quer ficar sozinho.
Ele diz:
- Sim, apenas sua presença já me trazia tanta paz.
Ela diz:
- Trazia?
Ele diz:
- Calma, eu só preciso de um tempo pra mim, estou confuso preciso pensar.
Ela diz:
- Mas não pode pensar com a gente juntos?
Ele diz:
- Se eu optasse por pensar, refletir ao seu lado isso só te magoaria, é serio preciso de um tempo para mim, o problema não é com você é comigo.

Ela pensa mas não diz: O que será que ele realmente quer dizer? Será que entendi direito a mensagem dele? O que posso fazer para ajudar a esclarecer a situação? Esses motivos que ele me deu foi para que eu aceitasse o tempo ou para que eu visse que o tempo é desnecessário? Porque ele quer esse tempo então? Porque mesmo ele dizendo que minha presença traz paz eu sinto como se eu fosse a pior companhia do mundo?

SapatoRosaEssa deveria ser exatamente a hora em que as pessoas deveriam querer que a pessoa que você se diz amar fique por perto, dizer que o problema não é conosco e sim com vocês não nos faz entender melhor essa situação, e não ameniza o sofrimento que tal atitude pode causar, mesmo isso sendo um namoro e não um casamento aquela frase clichê “Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, nos problemas e adversidades..”, deve servir também para um namoro, afinal volto a dizer ninguém me disse que seria um mar de rosas, a gente ama por completo com as qualidades e defeitos, ou pelo menos deveria ser assim na prática.

Então quando que esse tempo acaba? Existe esse tempo? Seria o tempo então que está intrometendo no relacionamento? Sempre tenho em mente que em um relacionamento é preciso compreender um ao outro, cuidar e ter cumplicidade para construir um relacionamento sincero, e principalmente maduro. A velha história do não basta apenas amar é preciso cultivar o amor. Mas o cultivo do amor tem por base a união, a velha boa intenção, a humildade necessária para pedir desculpas quando for preciso, a generosidade para perdoar o outro que está arrependido e, acima de tudo, a disposição para dialogar, e o “dar um tempo” é o fim do diálogo na minha opinião.

Blog Diário de Casal
Texto: Núbia Souza

Plenitude

agosto 15th, 2010

BrilhosEstar só com sua mente
Sentir-se tão aderente
É como voar sem altitude
Em sua própria plenitude.

Levar seu próprio pensamento
Vaguear numa inconstante
Buscar arfante o momento
Olhar o todo de repente.

Viver o sonho oprimido
Pintar o mundo colorido
Sentir o instante infindo
Transpor o tempo proibido.

Abrir a cena retida
Vibrar a vida contida
De uma emoção escondida
De uma imposição antiga.

Amariliz Pazini Aires

Os desafios da nova era da competitividade

agosto 10th, 2010

CartoesO lucrativo mercado de cartões, que contabiliza 592 milhões de unidades emitidas e cresce no Brasil cerca de 20% ao ano, passou por uma mudança importante. As credenciadoras Cielo e Redecard vão aceitar, nas mesmas máquinas, os concorrentes Visa e Mastercard, que representam 85% das operações com cartões no País.

A mudança abre espaço para uma nova era de competitividade, e quem ganha é o cliente, que poderá usufruir de mais tecnologias, comodidade e vantagens econômicas, como diminuição de taxas. Para o lojista, a “guerra por clientes“ também é positiva, ele vai economizar porque terá um só terminal.

Os protagonistas dessa competição também sairão ganhando. Se por um lado exigirá energia e perseverança, por outro, traz experiência e novas habilidades para os funcionários. Ingressar num processo de busca da competitividade, em qualquer setor, é tarefa árdua e um grande desafio, por isso, muitas companhias acabam se entregando ao comodismo e à estagnação.

Diversos fatores influenciam nesse processo, entre eles comprometimento, mercado, inovação, estrutura e gestão. O comprometimento leva os funcionários a compartilharem a visão, a missão e o propósito da empresa; a aderirem a suas políticas, estratégias e metas e a se sentirem também responsáveis pelo seu destino.

Conhecer o mercado, saber suas nuances, é outra condição para se ter objetivos realistas e bem definidos. Inovação também é fundamental para diferenciar produtos, serviços e marcas. E por fim, mas não menos importante, é ter estrutura e gestão empresariais que permitam a empresa ser competitiva. Estrutura ágil e sólida, pelo menos; ser humana, justa, sábia, corajosa e profissional, além de ter em seu DNA a paixão por crescimento.

A empresa que estiver atenta a tais fatores, souber planejar uma estratégia adequada, implantá-la, dirigir a execução, fazer um controle criterioso e aplicar as intervenções nos pontos exatos, tende a vencer. No entanto, escolher as pessoas certas e colocá-las nos lugares certos é a principal garantia para uma estratégia bem-sucedida. Nessa hora, o capital humano da empresa tem um valor inestimável – ele nunca pode ser descuidado.

E com o mercado globalizado e consumidores cada vez mais exigentes, as empresas precisam se destacar pela criatividade. Isso significa desenvolver novas idéias, observar os problemas sob nova perspectiva, ou seja, não se limitar a métodos e ideias ultrapassados. Este é um risco, pois o nosso cérebro organiza a informação sempre da mesma forma, porque desde cedo somos educados a manter padrões sem questioná-los. No entanto, o cérebro pode formular novos modelos, utilizando a intuição e outros recursos. Daí surge a criatividade, associada à capacidade de descobrir problemas, à agilidade mental, à aceitação de riscos e à motivação própria de cada um.

A competitividade, aliada à inovação, é um processo necessário, mas que precisa ser administrado corretamente, de modo a virar cultura e modelo de gestão. A busca pela competitividade pressupõe a consciência estratégica de empresários, executivos e políticos de querer ser o melhor por fazer diferente. Esta máxima corporativa vale para todos, setores privado e público e organizações não governamentais . Mover-se estrategicamente em direção a uma diferenciação sustentável é um esforço deliberado e exige coragem e empenho.

Marcelo Mariaca é presidente do Conselho de Sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.
Blog Gestão Feminina

Carta de Amor

agosto 8th, 2010

Casal ParqueEstou exagerando? Ainda ontem, de novo, na Praça da Alfândega, um senhor, que cheguei a confundir com Paulo Brossard, me atacou e falou assim: “Minha mãe te adora”. Voltei para casa entusiasmado. Chico Buarque debochou no passado dos ditadores: “Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta”. Eu posso dizer a qualquer um desses jovens ditadores de moda: “Você não gosta de mim, mas sua avó gosta”. Tanto é assim que recebi esta carta de dona Faustina Severo, de Porto Alegre: “Querido Ju: tu és a alegria destes meus dias de alta maturidade. Ah, se eu tivesse dez anos a menos, ou se a sociedade não fosse tão preconceituosa! Poderíamos viver um lindo grande amor”.

Se a Cláudia deixasse. Dona Faustina tem 97 anos de idade. Estou falando sério. O mundo mudou radicalmente. As mulheres vivem mais e melhor. As mais velhas estão cansadas de recato. Querem emoções. Querem amor. Querem sexo. No fundo, toda mulher é Madame de Bovary. O bovarismo é que torna as mulheres interessantes. Emma traiu o marido em busca de uma vida espiritual mais elevada. Deu errado. As mulheres são mais inteligentes do que a maioria dos machos, aos quais só interessa a aparência. Encontram na inteligência de alguns homens – ou no poder e no prestígio – um afrodisíaco superior. As mais jovens, na sociedade atual, do espetáculo, da pressa, custam a perceber o valor interior. Houve um tempo em que o excesso de bovarismo era o problema. Hoje, é o contrário. Eis o meu diagnóstico preciso e claro.

As mais jovens ignoram Flaubert. Nem conseguem pronunciar bovarismo. São as marias chuteiras de todos os tipos, graus e classes sociais. Só as bem mais velhas é que descobrem a verdade. Eu desperto o bovarismo das nossas avós. Estou tranquilo: dentro de 50 anos, as suas netas estarão aos meus pés. Eu as acolherei com alegria e sem ressentimento. Uma guria mais franca me jogou na cara: “O senhor escreve para velhos”. Saí em defesa das minhas leitoras, que são jovens de espírito, assanhadas, radicais, libertárias, cultas e muito sensíveis. Estamos abraçados. Vou começar a ir com meu amigo Bernardo Issler, professor aposentado da USP, aos bailes da terceira idade de Porto Alegre, São Paulo e Paris. Uau! Em Nova Iorque já tem rave da melhor idade. É uma revolução.

Eu sou o Michel Houellebecq das mulheres com larga experiência. Falo a língua delas. Mexo com a intimidade delas. Só elas apreciam devidamente uma linguagem debochada, uma estética radical, uma literatura vertiginosa, um estilo com cem anos de avanço sobre os demais. Não concorro mais a prêmios, salvo se o júri for integrado por mulheres com mais de 70 anos. A juventude é literariamente analfabeta. Mal chegou a Charles Bukowski. Ou ainda está patinando em Paulo Coelho e vampiros e lobisomens. Nada mais antiquado do que vampiros. As mulheres de mais de 70 anos, futuristas, livres de todas as amarras, querem a complexidade de Baudelaire, Rimbaud, Céline, Houellebecq e eu. São elas que cantam: “Já não somos as mesmas e não vivemos como as nossas filhas”.

JUREMIR MACHADO DA SILVA:
correio@correiodopovo.com.br
Blog Psicologia e Vida Livres

As mulheres e a pornografia!

agosto 6th, 2010

Mulher Cadeira SombraOlha, sinceramente, quando eu pensei em fazer um texto assim eu não imaginava o quão difícil é falar sobre esse assunto! Não só porque é um assunto polêmico, e muitas pessoas tratam isso como um tabu… mas a diversidade de comentários sobre tal coisa é muito divergente de pessoa para pessoa.

O que eu quero deixar bem claro, antes de mais nada, é que esse é um relato da visão feminina sobre o assunto que gera incompreensão por uma porcentagem relativa de mulheres. Pra ser mais clara, é o relato da visão de mulheres que não entendem ou não gostam muito dessa idéia. A visão masculina (praticamente a explicação do porque homens assistem esse tipo de filme) você pode ver no excelente post que o Rafa fez um tempo atrás.

Conversei com algumas amigas e alguns amigos sobre esse assunto. Tenho amigas que adoram pornô, e que podem te dar ótimas dicas de sites, e outras que não suportam essa idéia e não querem nem pensar em seu namorado vendo esse tipo de “indecência”.

Tenho amigos que, como a maioria, adoram esse tipo de filme, e diz que desesstressam, e tenho outros que não sentem tesão nenhum vendo pornô (sim, existem homens assim!). Mas o que mais me rendeu assunto pro blog foi minha conversa com a Nara (também colaboradora do DdC!). Ela disse uma coisa que se encaixa perfeitamente aqui: mulheres são inseguras desde nascença.

Deixemos isso um pouco de lado. Minha primeira visão sobre o assunto é quesito cultural e genético. No cultural, temos a posição do homem sobre a mulher perante a sociedade vindo desde sempre, e não vamos falar que essa diferença de sexo não existe mais porque ainda existe (muito menos que antes, mas ainda existe!). E isso ainda deixa algumas – poucas, concordo – pessoas com o pensamento de que pra homem é normal, mas se mulher vê pornô ela é pecadora. Quanto à questão da genética, homens são mais visuais e mulheres mais sensitivas. Por isso a maioria dos homens sentem tesão em ver alguma cena de sexo, e nem todas as mulheres sentem mesma coisa.

Depois desse princípio, voltemos à questão da insegurança feminina. Acho que por esse motivo, o filme pornô, de certa forma, atinge a moral de algumas mulheres. Por mais que você fale que não nos trocaria pela loira peituda que ama gozada na cara, assim como nós não te trocaríamos pelo mocinho que vai buscar a mocinha no aeroporto com um caminhão de flores, nós pensamos porque nosso namorado não é tão romântico como o Richard Gere, ou porque ele não faz certas coisas que o Matthew McConaughey fez em alguns filmes, e nós sentimos um certo medo de você pensar da mesma forma.

Assim como alguns homens não gostam de quando comentamos com nossas amigas o quanto o Gianecchini é gostoso, algumas de nós não gostamos de pensar que naquele momento íntimo seu, você está se estimulando através de outra pessoa. Além disso tem a questão de que algumas mulheres veem filme pornô como uma coisa “suja”, “imoral”. Como a Nara disse, as mulheres ligariam muito menos se seu namorado tivesse fantasias com a Scarlett Johansson, por exemplo, porque ela faz um trabalho “limpinho”! A imagem que alguma de nós temos sobre o pornô é que elas passam uma visão totalmente errada do sexo que a maioria de nós queremos na maioria dos dias. Não é todo dia que umas lambidinhas e umas variações de posições durante 10 minutos vão fazer nós gozarmos loucamente!

Depois de ver tudo isso, acho que com o tempo vamos amadurecendo essa questão. Vemos que não dá pra fugir disso.. ou aprendemos a nos acostumar, ou vamos enlouquecer! Depois de alguns anos de namoro você não é mais aquela mesma menina que não pode nem imaginar isso. No mínimo você vai criar um confronto consigo mesma sobre esse assunto, e vai ver algum filme pornô nem que seja só pra criar uma opinião concreta sobre o assunto. Acho importante de tempos em tempos rever seus conceitos e lembrar sempre que ele está com você, e que ele tem as vontades dele assim como você tem as suas.

E homens, antes de pensar que somos infantis, ou cabeça-fechada nesse quesito, tentem entender o nosso lado. Assim como vocês, nós recebemos fotos de homens nus no nosso e-mail, nossas amigas falam sobre filmes pornôs e pensamos em porque vocês não são iguais aos mocinhos da tela! Mas a maioria de vocês não gostam e não precisam pensar nesse tipo de coisa, afinal nós também não vamos te trocar por eles.

Pra concluir, não quero entrar no quesito do porque homens assistem, e que isso pode ser bom pra gente por ele saber de novas posições e bla bla bla. Quero somente realçar o ponto do que algumas mulheres sentem quando pensam em vocês vendo filmes pornôs.

Autoria: Viviane Carlotti
Blog Diário de Casal

Por que as mulheres ficam sem desejo sexual?

agosto 3rd, 2010

Silueta MulherA sexualidade coloca que a disfunção sexual predominante nas mulheres é a disfunção orgástica ou bloqueios do orgasmo. Observamos uma predominância da disfunção do desejo, principalmente em mulheres maduras. As queixas sexuais em mulheres acima de 40 anos, são: 57,6% apresentavam desejo sexual hipoativo ou inibido, 21,1% dificuldade de orgasmo, 9,1% disfunção de excitação (problemas de lubrificação ou de sensação de prazer) e outros distúrbios (12,1%).
Por que se perde o desejo sexual? Em geral a inibição do desejo tem causas multifatoriais. Raramente, é orgânica ou física e quando acontece geralmente se dá por distúrbio hormonal, seja deficiência de androgênios (a chamada síndrome da deficiência androgênica feminina) e problemas de tireóide (hipo ou hipertireoidismo). Em tese, qualquer distúrbio hormonal pode levá-la a uma perda ou diminuição do desejo. Qualquer patologia orgânica sistêmica (cardiovascular, diabetes, câncer, etc.), quando descompensada também compromete o desejo. A depressão também é uma importante causa. Existe também a possibilidade da disfunção ser induzida por medicação, principalmente antidepressivos, ansiolíticos, psicotrópicos de um modo geral, anti-hipertensivos, anti-androgênicos, “pílulas”, etc.
Na maioria dos casos existe uma multi-causalidade, desde monotonia conjugal, indiferença e hostilidade conjugal, descoberta de infidelidade, competitividade nos relacionamentos, educação sexual repressora, ortodoxia religiosa, história de abuso ou trauma sexual, vivência traumática da primeira vez, etc. Algumas vezes, a perda do interesse sexual se dá apenas pelo parceiro ou pelo jogo sexual inadequados, ou, a perda do desejo é conseqüente à busca obsessiva do orgasmo mitificado.
Muitas mulheres perdem o “desejo sexual espontâneo”, à medida que o relacionamento vai se prolongando e o cotidiano do relacionamento se esfriando, porém isso é normal. O que não é normal é a perda da capacidade de ser responsiva aos estímulos, dentro de um contexto adequado.
Outro problema diz respeito à preocupação excessiva e inadequada com a freqüência sexual. Existe uma média de relações semanais, considerada “normal”? Não há como falar de uma freqüência sexual padrão para todos os casais. Cada par tem a sua freqüência e devem estar sintonizados.
Um problema sexual bastante freqüente se dá quando nenhum dos dois tem disfunção de desejo, porém, um tem muito mais desejo que o outro. Trata-se de um distúrbio de freqüência sexual. Feito uma avaliação adequada para confirmar esse distúrbio, às vezes, se faz necessária terapia de casal para facilitar esta “negociação”, ou buscar no “sistema” (parceria) algum outro problema mais importante que pode estar sendo escondido na queixa de ritmos sexuais diferentes.
Em termos de sexualidade, ninguém deve sentir-se obrigado a nada, nem tem que ter o mesmo desejo que o outro, mas pode e deve buscar o prazer juntos, aprendendo a negociar e a ampliar seu universo erótico para a felicidade dos dois.

Autoria: Dr Gerson Lopes
Fonte: Blog Feminale Ginecologia