Para casar: Hospitalidade e Gastronomia

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Casamento na praia
Imagem: Diogo Fotografia

Ao recebermos um convite para um casamento, muitas expectativas se criam.

Vem festa pela frente. Vamos reservar a data como um compromisso, temos que providenciar a entrega de um presente, prepararemos uma roupa especial, as mulheres farão maquiagem, irão ao cabeleireiro. Todos queremos compartilhar uma alegria, participar de um ritual de passagem e esperamos ser bem recebidos.

Para os que nos convidam, muito trabalho e dedicação estão embutidos no convite.

Uma recepção, seja qual for o seu tamanho e formato, deve casar hospitalidade e gastronomia.  Mais ou menos assim:

Recepcionar / bem receber / hospedar, isso é hospitalidade

Por isso, numa festa de casamento, logo na chegada deve haver pessoas da família ou recepcionistas contratadas que indiquem que lugar ocupar no salão ou no espaço da festa. Se houver mesas marcadas, serão indicadas de acordo com o que foi planejado pelos noivos: mesas de amigos, de parentes, familiares de um mesmo núcleo juntos ou mesmo uma grande mistura para todos confraternizarem.

Alimentar

Aqui é que entra a gastronomia. Seja uma recepção simples com bolo e espumante ou um banquete, a comida a ser servida deve ser cuidadosamente escolhida para garantir que gregos e troianos possam desfrutar com prazer. Por exemplo: num menu de casamento é preciso prever que há quem não come carne, para isso, pode ser previsto um risoto ou uma massa.  Dos finger foods servidos à mesa, às ilhas de antepastos, entradas e saladas, ao menu quente e às sobremesas, assim como a mesa de doces e bem-casados, tudo deve prever uma diversidade nos paladares.

A escolha da bebida é fundamental

Whisky, vinho, cerveja, refrigerante, água, batidas de frutas ou coquetéis. Para os casamentos sem álcool esse item é ainda mais importante porque é necessário bom gosto na escolha, sem ficar só no refrigerante.

Entreter

Boa festa tem música para todos os gostos. Numa recepção pequena, uma boa setlist resolve, mas, numa festa com banda, os ritmos devem ser variados e agradar os jovens e também os mais velhos.

Casar voltou à moda.

Mais gente casa com pompa e circunstância hoje do que casava há 20 anos. As festas são ótimas e, via de regra, muito caras. Segundo quem casa, vale a pena. É como fazer uma linda viagem. Os pais se sentem realizados de mostrar à sociedade a felicidade de seus rebentos. Faz parte de uma tradição que se recria.

Para os convidados, celebrar o enlace é testemunhar a alegria de quem generosamente os quis por perto numa situação tão especial. As memórias florescem e voltam imagens de longa, longa data. Cresce um sentimento de harmonia e de paz, votos de felicidade eterna são feitos, e a gente leva consigo a emoção pelos dias que seguem. Pura dádiva!

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Clau Gavioli
Mestranda em Hospitalidade na Anhembi Morumbi, é chef de cozinha, jornalista e blogueira do Blog da Gavioli. Criou o projeto Lá em casa pra jantar no qual recebe pessoas em sua casa para degustar menus especialmente criados e harmonizados. Estudou comunicação social, tem MBA em Marketing e Infraestrutura e especialização em Diplomacia Econômica.

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