Uma relação empresarial

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Imagem: styles66 / shutterstock

O mundo do trabalho e a vida de uma corporação são construídas através da cultura da empresa, da relação entre seus funcionários (membros muitas vezes associados a uma “família” e a marca da empresa) e a performance que todos executam de forma individual e coletiva dentro de seu posicionamento frente as metas e resultados.

Encontramos em muitos funcionários, profissionais que realmente se dedicam e se doam para o bom funcionamento e o sucesso da empresa. Diante dessa afeição da atividade laboral, essa pessoa pode desenvolver um bom senso crítico e analítico de muitas situações e conflitos que ela vivência no cumprimento de suas atribuições.

O encontro, o diálogo, a comunicação, a escuta e a compressão são importantes ferramentas que a relação funcionário-gestor precisa desenvolver e habituar-se, como um essencial instrumento de alinhamento, sobre expectativas e realidades.

Esse alinhamento favorece a visão do micro e do macro no contexto empresarial. As expectativas tanto do que o gestor projeta no funcionário, como a do funcionário sobre sua própria produção, e a expectativa do funcionário sobre seu empregador, podem gerar importantes indicadores através da aplicação da avaliação de desempenho e pesquisa de clima organizacional.

A partir dos resultados se traça um plano de ação, um treinamento, para atingir a maior aproximação do idealizado. Nas possibilidades de intervenções, acredito ser muito proveitoso considerar e ouvir os próprios funcionários como importantes agentes participantes que muito contribuirão para avaliação de mudanças e melhorias.

Se aproximar dos funcionários e além de tudo entender é uma estratégia que favorece e aperfeiçoa a relação com eles e consecutivamente os resultados da empresa. É um modelo que auxilia a identificar e saber o que está afetando um pequeno setor ou a corporação como um todo.

“Pior do que treinar um funcionário e ver ele sair, é não treinar o funcionário e ver ele ficar” (Henry Ford).

Foi o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. A ele é atribuído o “fordismo”, conhecido como “linha de montagem”. Muitas vezes é necessário se rever processos e mudar, nada precisa ser permanente, principalmente no mundo do trabalho, onde sempre há algo novo e moderno, trazendo facilidades.

Marcela Eiras Rubio
Graduada em Psicologia pela Universidade São Marcos, Aprimoramento Profissional em Atendimento Interdisciplinar em Geriatria e Gerontologia pelo IAMSPE (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) e pós-graduação em Gestão de Pessoas pelo SENAC. Atuações como psicóloga hospitalar no Programa Melhor em Casa do Hospital Municipal Dr. Moyses Deustch – Mboi Mirim, HGIS (Hospital Geral de Itapecerica da Serra) e HRC (Hospital Regional de Cotia). Atualmente atua como consultora em Recursos Humanos na RHF Talentos – Unidade São Paulo.

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