Você pode ajudar seu filho a se tornar um adulto emocionalmente saudável

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Imagem: marcisim / shutterstock

Psicólogos, pediatras e professores vêm constatando a dificuldade que alguns pais estão sentindo para educar seus filhos.

Temos visto, em consequência dessa dificuldade, crianças satisfatoriamente instruídas, porém pouco educadas.

Mas afinal, onde está a dificuldade de educar?

Se há algumas décadas as crianças tinham pouca ou quase nenhuma visibilidade e possibilidade de se manifestar no seio da família, hoje podemos ver com frequência cada vez maior, uma inversão desse posicionamento social.

Sabemos que não é tarefa fácil educar filhos, mas ultimamente um fenômeno parece estar complicando um pouco mais essa tarefa: a dificuldade em apresentar limites e estruturar rotinas na vida das crianças e adolescentes.

Pais temem dizer “não” aos filhos, por acreditarem que deixarão de ser amados e por não se sentirem seguros o suficiente para confrontá-los.

Em consequência, comportamentos como baixa tolerância a frustrações e pouca empatia e dificuldade em inter-relacionar-se, estão se tornando cada vez mais comuns dentro e fora dos lares.

Para que as crianças possam desenvolver habilidades emocionais/sociais, é preciso que encontrem dentro de casa, ambientes estruturados, com regras claras e a certeza de que todos os comportamentos, sejam eles positivos ou negativos, geram consequências.

Elas precisam saber que é normal, por exemplo, sentirem raiva em alguns momentos, mas que atitudes agressivas não são bem vindas.

Só dessa forma os pequenos e os adolescentes vão se sentir amados e seguros, aprendendo a identificar e trabalhar suas emoções e sentimentos.

Mas, para que consigamos ajudar nossos filhos nessa tarefa de crescer emocionalmente saudáveis, precisamos, da nossa parte, aprendermos a lidar com as nossas, uma vez que o aprendizado se dá grandemente pelo exemplo.

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