Relações afetivas e suas crenças

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Imagem: Mireyaz02 / Shutterstock

Histórias de amor são fáceis e leves de contar, porém, se a maioria das suas histórias são acompanhadas de qualquer tipo de falta de respeito, submissão, abuso, rejeição e falta de honra, em algum momento você já se perguntou o porquê de atrair parceiros(as) com esse padrão? E por que permanece em uma relação desconfortável mesmo sabendo conscientemente que não te faz bem?

Então, por trás desses padrões repetitivos estão crenças limitantes que carregamos e que nos levam à autossabotagem. O primeiro nível de crença é o Primário que são aquelas crenças que adquirimos desde o momento da nossa concepção.  Elas são criadas através da educação dos nossos pais, dos grupos de amigos, dos nossos professores na escola, de alguma religião ou filosofia, de leituras, do que nos contam, de coisas que ouvimos e vemos na televisão e na internet, ou seja, qualquer input desse tipo pode criar uma crença.  Se você colocou na sua mente lá na sua infância que “relações são desgastantes e conflituosas”, então para manter você “seguro”, sua mente vai atrair pessoas nesses padrões que você mesmo registrou no seu subconsciente como se fosse um programa de computador.  E sua mente vai fazer esse programa “rodar” sem julgamentos até que você tome a decisão de alterá-lo.

Um outro nível de crença que existe é o Genético, que são aquelas herdadas de pai, mãe, avôs e avós até a sétima geração. São crenças que nos fazem ter um sentimento de pertencimento à nossa família e essas crenças podem até serem vistas como um padrão da família, um padrão de sucesso por exemplo, uma inclinação para uma determinada carreira, uma inclinação para um dom artístico ou até mesmo uma doença que se propaga de geração em geração.

Há também o Nível Histórico que são histórias que toda humanidade já viveu e se criaram as crenças coletivas que influenciam a sociedade como um todo, com por exemplo , acreditar que “toda mulher tem que casar e ter filhos para ser feliz” ou “você tem que se anular para que um relacionamento seja um sucesso” são alguns já que estamos falando de relações afetivas.

E finalmente tem a que chamamos de crenças no Nível da Alma que são aquelas que vêm de nossa essência, do nosso âmago. Quem de verdade nós somos, o nosso melhor, sem as “armaduras” que acabamos por criar em nossa vida por causa dos nossos medos ou para nos encaixar nos padrões da sociedade.

Existem técnicas quânticas que nos auxiliam no processo de reprogramar essas crenças limitantes substituindo-as por uma nova consciência e novas sensações. Quando fazemos isso, substituímos crenças limitantes como por exemplo “casamento faz sofrer”, “amar dói”, “relações são desgastantes e conflituosas”, “é mais seguro ficar sozinho(a)” por “casamento é amor”, “amar é maravilhoso”, “relações são agregadoras e harmoniosas”, “é possível ter um relacionamento e ainda assim permanecer em segurança”.  .

É, de fato, uma escolha mudar. Mesmo que a sua escolha seja ficar onde está, apenas tenha em mente que as mesmas ações lhe trarão os mesmos resultados. E se você escolher isso, também está ok. Escolhas são somente escolhas, não são certas e nem erradas. É responsabilidade nossa sair do lugar onde estamos e ir para uma nova forma de vida. Deixar de culpar os outros por nossas mazelas. É responsabilidade nossa, olhar aquilo que precisamos mudar em nós para que nos tornemos pessoas agradáveis e felizes em primeiro lugar para nós mesmos.


Deborah Souza – Terapeuta Quântica

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